Prefeito Furlan deve acompanhar os shows da Expofeira pela live do GEA ao ser barrado por Raíssa Furlan com medo de ele ser hostilizado

Prefeito Furlan deve acompanhar os shows da Expofeira pela live do GEA ao ser barrado por Raíssa Furlan com medo de ele ser hostilizado

Por Redação 

 

A Operação Paroxismo, deflagrada pela Polícia Federal para desbaratar um mega esquema de corrupção montado e operado a partir do Palácio Laurindo Banha, sede da Prefeitura de Macapá, abalou sobremodo o emocional do prefeito Antônio Furlan (MDB), antes um gestor espalhafatoso, falastrão e cheio de gingado, agora um sujeito macambúzio, sorumbático e casmurro. Resumindo: o prefeito está se sentindo um verdadeiro lixo humano.

Este é o estado emocional de Antônio Furlan, segundo informações obtidas com exclusividade pela reportagem do portal REGIÃO NORTE NOTÍCIAS. De acordo com fontes consultadas pelo portal, o prefeito macapaense parece ter feito voto de silêncio desde que seu motorista pessoal foi flagrado pela PF recebendo um saco de dinheiro, quantia estimada em R$ 9 milhões. Furlan parece que comeu abiu. Mudo como uma porta de quarto de motel.

O impacto da operação federal também abalou as frágeis pilastras familiares do prefeito. A primeira-dama Rayssa Furlan barrou qualquer iniciativa do marido de visitar o Parque de Exposições da Fazendinha, local de realização da 54ª Expofeira. Estava programada desde a semana passada, antes dos agentes federais realizarem o pente-fino no gabinete e na casa dele.

Na verdade, conforme as fontes ouvidas pela reportagem, Rayssa está muito preocupada de que Furlan possa ser hostilizado na 54ª Expofeira, evento patrocinado pelo governo do Amapá. O temor da primeira-dama tem fundamento. Afinal, seu marido já foi alvo direto de três operações da PF.

No início do mandato, uma investigação sobre delitos eleitorais de 2020 permaneceu sob segredo de justiça. Durante a campanha de 2024, o prefeito foi novamente alvo de mandados de busca e apreensão em um inquérito referente a uma obra de R$ 10 milhões na Praça Jacy Barata, na orla da capital, caso amplamente divulgado pela imprensa nacional.

Embora esteja empenhada em manter as aparências de "família unida para o que der e vier", a própria Rayssa tem confidenciado às pessoas de seu círculo íntimo que já começa a se sentir bastante constrangida com tantas incursões da PF em sua casa, todas provenientes de denúncias sobre supostas malfeitorias cometidas pelo marido no exercício do cargo, na PMM.

A reportagem do portal REGIÃO NORTE NOTÍCIAS também apurou que a primeira-dama de Macapá tem cogitado a possibilidade de se afastar de qualquer atividade ligada à Prefeitura para buscar tratamento psicológico devido aos enrroscos nada republicanos de Antônio Furlan.    

Silencioso como um monge tibetano em transe, Furlan ainda não emitiu nenhuma "nota à imprensa" sobre as graves denúncias que pesam contra ele: esquema de fraude em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro. Bem ao contrário do caso da "gravata" que aplicou no jornalista Iran Fróes, quando divulgou um vídeo afirmando ter se "excedido" ao defender duas mulheres.

Dessa vez, o hipotético paladino da causa feminina perdeu a língua.