Ex-prefeito de Macapá Roberto Góes revela a verdadeira face de Antônio Furlan
Como prefeito] Ele incorporou um personagem [um papel de bonzinho]. Mas ele é esse Furlan aí, que agrediu os jornalistas
Por Redação
"O [Antônio] Furlan agiu errado. Havemos de concordar: mas quem conhece o Furlan, sabe que ele é desse jeito aí, quando provocado. Ele incorporou um personagem [um papel de bonzinho]. Mas ele é esse Furlan aí, que agrediu os jornalistas."
Esta recente declaração do deputado estadual Roberto Góes (União), eleito em 2022, descortinou para muita gente a verdadeira personalidade do prefeito de Macapá, Antônio Furlan (MDB), envolvido em um caso de agressão física contra os jornalistas Heverson Castro e Iran Fróes, durante visita oficial às obras do hospital municipal, no domingo, 17 de agosto.
Com uma extensa carreira política no Amapá, iniciada em 1992 quando foi eleito vereador de Macapá pelo antigo Partido Social Democrático (PSD), Góes discute com conhecimento de causa o comportamento antissocial do prefeito de Macapá, tendo-o conhecido desde a chegada do médico Antônio Furlan ao Amapá, quando desembarcou a convite para estabelecer uma clínica de cirurgia cardiovascular.
Conforme o congressista deixou entendido, o emedebista vem se esforçando para esconder dos eleitores seu lado escuro desde quando se candidatou, pela primeira vez, a um cargo eletivo. Foi nas eleições de 2010. Antônio Furlan concorreu a deputado estadual pelo PTB tendo conseguido 5.135 votos (1,58% dos votos válidos) não sendo eleito. Ficou como suplente do deputado estadual Ocivaldo Serique Gato (Gatinho), já falecido.
No entendimento de Roberto Góes, Antônio Furlan é uma representação moderna do respeitável Dr. Henry Jekyll, um sujeito cortês, bem-humorado, solícito, refinado que, ao ser possuído pelo "Demônio do Ódio", se transforma no diabólico Edward Hyde. A própria personificação do médico e o monstro, quis dizer ele.
"Furlan, é desse jeito aí", afirma Roberto Góes, que também já foi deputado federal e prefeito de Macapá.



