Clécio e Furlan disputam o voto do eleitor em 2026: uma escolha fácil para o amapaense entre gestão positiva e avanços VS suspeita de corrupção e escândalos
Por Redação
A eleição de 2026 no Amapá será um divisor de águas. O eleitor precisa avaliar quem tem obra feita, credibilidade e compromisso com o futuro do estado e quem carrega nas costas denúncias, atrasos e escândalos. De um lado, Clécio Luís, governador que elevou o Amapá ao ranking das melhores gestões do Brasil. Do outro, Antônio Furlan, prefeito de Macapá com imagem manchada por investigações, suspeitas de corrupção e incapacidade administrativa.
Clécio governa com resultados comprovados. Em menos de dois anos, entregou quase 1.800 moradias populares, tirou famílias de áreas alagadas e de casas precárias. Reestruturou o Hospital de Emergência, criou o primeiro Centro de Radioterapia do estado e lançou programas de inclusão que garantem equipamentos de locomoção a pessoas com deficiência. Na economia, o Amapá passou a figurar entre os estados que mais geram empregos formais, com saldo positivo para trabalhadores e empreendedores. Essa gestão ocupa a quinta posição no ranking nacional de aprovação, resultado de planejamento, transparência e poder de articulação.
Enquanto isso, a realidade de Furlan na Prefeitura de Macapá é a caricatura de um gestor perdido. O hospital municipal que deveria ser símbolo de avanço está atolado em atrasos. A coleta de lixo se transformou em vergonha pública, com ruas tomadas por entulho. Para completar, há investigações da Polícia Federal sobre fraude em licitação, desvio de verbas e lavagem de dinheiro. Suspeitas de movimentação de dinheiro vivo e ocultação de patrimônio levantam dúvidas ainda mais sérias. Some-se a isso episódios de agressão e intimidação contra jornalistas, comportamento incompatível com qualquer cargo público. Um prefeito incapaz de administrar uma capital não inspira confiança para governar um estado.
A escolha, portanto, é entre um projeto que moderniza o Amapá com seriedade, visão estratégica e inclusão social, e uma aventura populista, marcada por escândalos e pela sombra da corrupção. Reeleger Clécio significa garantir continuidade a programas de habitação, saúde, emprego e infraestrutura, além de consolidar parcerias federais e municipais que ampliam os investimentos no estado. Apostar em Furlan seria arriscar a estabilidade política e jurídica do Amapá, entregar o comando a quem coleciona suspeitas e falhou em funções básicas.
O eleitor amapaense já amadureceu. Não basta discurso, é preciso obra entregue, transparência e credibilidade. Clécio mostrou que sabe governar, negociar e realizar. Furlan mostrou que sabe atrasar, intimidar e deixar a cidade em frangalhos. Em 2026, a escolha é clara: manter o Amapá no caminho da modernização ou retroceder à improvisação e ao escândalo. O voto consciente não aceita dúvida.



