A ascensão do Senador Davi Alcolumbre como presidente do Senado: como esse fato pode transformar o Amapá

A ascensão do Senador Davi Alcolumbre como presidente do Senado: como esse fato pode transformar o Amapá

Editorial 

 

A ascensão do senador Davi Alcolumbre (União-AP) à presidência do Senado, cargo que já exerceu entre 2019 e 2021, tem o potencial de fortalecer o debate sobre pautas fundamentais para o desenvolvimento social e econômico do estado do Amapá, governado atualmente por Clécio Luís (SD), amigo e aliado de longas datas.

Essa amizade também pode facilitar a cooperação entre os poderes executivo e legislativo em prol dos interesses da população amapaense. Certamente, resultará em avanços concretos nas áreas social, econômica e infraestrutural do estado, contribuindo para melhorar a qualidade de vida da população.

Uma delas é a exploração de petróleo na Margem Equatorial, em estágio bem avançado, que, apesar disso, ainda encontra resistências nos escaninhos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), comandado por Rodrigo Agostinho, fiel-escudeiro da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.  

A posição de Alcolumbre no Congresso Nacional será estratégica para romper esses entraves e garantir ao seu estado o direito de exploração, mantendo os indicadores ambientais, na visão dele, os melhores do Brasil, e ampliando a transição para energias renováveis.

Importante lembrar que a trajetória de Alcolumbre em busca de um segundo mandato na presidência do Senado iniciou em 2021, quando conseguiu emplacar Rodrigo Pacheco (PSD-MG) como seu sucessor. Pacheco foi reeleito em 2023, comprometendo-se a apoiar o amapaense na disputa para um novo período à frente da Casa Alta dois anos depois.

No sábado, 1º de fevereiro, esse projeto ganhou configurações de realidade. Aos 47 anos, o político amapaense de maior relevância nos últimos 20 anos chegou à eleição para um segundo mandado como presidente do Senado com o apoio de dez partidos (PSD, PL, MDB, PT, União Brasil, PP, PSB, Republicanos, PDT e PSDB), totalizando 74 senadores, gerando a perspectiva de arrebatar mais de 80% dos votos. 

Este projeto ganhou configurações de realidade no sábado, 1º de fevereiro. Aos 47 anos, o político do Amapá de maior destaque nos últimos 20 anos foi eleito para um segundo mandato na presidência do Senado com o respaldo de dez legendas (PSD, PL, MDB, PT, União Brasil, PP, PSB, Republicanos, PDT e PSDB), somando um total de 74 senadores.

 

Um feito digno de um grande amapaense.

Parabéns, senador Davi Alcolumbre!