Ato em Defesa de Bolsonaro liderado pela ex-deputada federal Silvia Nobre em Macapá é um fracasso total.
Por Redação
Na praça dos Povos do Meio do Mundo, em Macapá, aconteceu uma manifestação em defesa de Jair Bolsonaro e de outros réus envolvidos em golpes, mas ela acabou sendo um fracasso — como muitos internautas comentaram, foi um verdadeiro flop. A organização ficou por conta da ex-deputada federal Sílvia Nobre Lopes, conhecida pelo vulgo de "Sílvia Waiãpi" (PL), que tem uma postura bastante fascista.

Conforme a Guarda Municipal, ligada ao prefeito Antônio Furlan (MDB), um grande apoiador do bolsonarismo no Amapá, o evento contou com mais de quinhentas pessoas. Mas a Polícia Militar fez uma estimativa diferente e acredita que menos de 200 pessoas estavam presentes. A baixa participação foi percebida pelos próprios organizadores, que não esconderam seu desapontamento com o resultado.

Quando comparado com outros atos bolsonaristas, fica bem claro que foi um fracasso. Em fevereiro de 2024, no mesmo local, o primeiro ato pela anistia dos vândalos que invadiram e destruíram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, contou com pouco mais de 1.500 pessoas.
Já no começo deste ano, também na praça do Meio do Mundo, a manifestação fascista caiu para pouco mais de 400 pessoas.
Apesar do fracasso, a loucura bolsonarista não parou. Muitos internautas no Instagram comentaram que, embora o ato estivesse vazio, sobrou delírio. No evento, que tinha poucos presentes, teve reza, teoria da conspiração, ataques ao STF, defesa de golpistas e até pedidos de sanções contra o Brasil. Outros observaram que entre os participantes chamavam a atenção cartazes em inglês, bandeiras de Israel e dos EUA, além de figuras caricatas.
Diante do fracasso, alguns milicianos bolsonaristas, já tão acostumados a difundir fake news, apresentaram as desculpas mais esfarrapadas. A ex-deputada "Sílvia Waiãpi", banida do Congresso pelo STF, atribuiu à ausência de Antônio Furlan o número reduzido de manifestantes. “A participação do prefeito de Macapá atrairia mais participantes ao ato”, disse ela, sem muita convicção no tom de voz.



