A exploração do petróleo na Margem Equatorial do Amapá pode representar o crescimento em diversos setores sociais e econômicos.

Por Redação
A possibilidade da exploração do petróleo na Margem Equatorial do Amapá pode representar o crescimento em diversos setores sociais e econômicos. Esta é a opinião do secretário de Desenvolvimento de Cidades do Amapá, ex-deputado federal e presidente estadual do PSDB, Luiz Carlos Júnior.
Para Carlos Júnior, o Amapá vive um período de avanço socioeconômico incomparável, impulsionado, principalmente, pela representação política em Brasília, na figura do senador Davi Alcolumbre (União), presidente do Senado, e Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, além das colaborações da bancada amapaense na Câmara dos Deputados.
"É estimulante ver como estamos nos destacando, tanto no cenário nacional quanto internacional. Clécio tem demonstrado grande atenção aos municípios, além de tratar da questão do petróleo como prioridade para o crescimento econômico do Amapá. "É possível agir sem sentir aquela culpa em relação ao meio ambiente. Possuímos um saldo positivo de conservação ambiental", comentou ele.
De acordo com Carlos Júnior, o estado possui a infraestrutura adequada para receber qualquer tipo de investimento. Ele também celebra que a gestão Clécio Luís venha trabalhando em parceria com diversas prefeituras, o que tem resultado em progressos na limpeza urbana e na coleta de resíduos.
Numa análise final, Luiz Carlos Júnior falou sobre os investimentos que impulsionam a qualidade de vida dos amapaenses, mencionando que, além da inauguração de hospitais regionais, a população também tem sido contemplada com vários conjuntos residenciais. “É um orgulho ver o Amapá se destacando pelo mundo", comemora o secretário.